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Escrito por Sofia Azevedo
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Thursday, 17 March 2011 |
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A Cidadania na Actualidade A Cidadania no seu sentido ideológico consiste num agregado de virtudes e a sua aplicação na vida social, caracterizada por uma preocupação com o colectivo e não apenas com o individual. Tais virtudes vão desde o respeito à solidariedade, passando pela imparcialidade racional e pela razoabilidade. As virtudes podem ser divididas em gerais, sociais, económicas e políticas, permitindo uma melhor participação na vida pública. Saber distinguir persuasão racional de manipulação é uma característica vital para a manutenção de uma sociedade democrática igualitária. A regulação de um colectivo depende dos seus constituintes: numa aula de Educação Física, onde todos se conhecem bem, é possível jogar-se sem um árbitro definido. Pelo contrário, num jogo de futebol oficial como um F.C. Porto vs S.L. Benfica é impensável concebermos o jogo a decorrer sem um mediador teoricamente imparcial. Na minha opinião, uma cidadania forte deve ser formada não através de um só método, mas através de vários. Estando esta intimamente ligada ao colectivo, é natural seja uma colecção de factores que providenciam o necessário para a formação de um bom cidadão. |
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Actulizado em ( Thursday, 17 March 2011 )
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Escrito por Ian Fairlie
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Monday, 28 April 2008 |
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Dúvida Razoável Entre as várias preocupações ambientais em torno das centrais de energia nuclear, existe uma que provoca ansiedade pública como nenhuma outra: o medo que as crianças que vivem perto das centrais nucleares enfrentem um risco acrescido de contrair cancro. Embora se suspeite dessa ligação há muito tempo, ela nunca foi provada. Agora isso parece estar a mudar. |
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Actulizado em ( Monday, 28 April 2008 )
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Escrito por Anthony Kenny
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Saturday, 24 May 2008 |
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Ética do dever «O que é, pois, agir por dever? Agir por dever é agir em função da reverência pela lei moral; e a maneira de testar se estamos a agir assim é procurar a máxima, ou princípio, com base na qual agimos, isto é, o imperativo ao qual as nossas acções se conformam. Há dois tipos de imperativos: os hipotéticos e os categóricos. O imperativo hipotético afirma o seguinte: se quisermos atingir determinado fim, age desta ou daquela maneira. O imperativo categórico diz o seguinte: independentemente do fim que desejamos atingir, age desta ou daquela maneira. Há muitos imperativos hipotéticos, porque há muitos fins diferentes que os seres humanos podem propor-se alcançar. Há um só imperativo categórico, que é o seguinte: ‘Age apenas de acordo com uma máxima que possas, ao mesmo tempo, querer que se torne uma lei universal’. |
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Actulizado em ( Saturday, 24 May 2008 )
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